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Posted by : Equipe Fã Clube Sinceramente Ana Carolina 7 de fev de 2014


RIO - Com um telão “cinemascope”, influências eletrônicas e versões de “Fire” (de Bruce Springsteen) e “Coração selvagem” (de Belchior), Ana Carolina sobe ao palco do Citibank Hall, nesta sexta e neste sábado, às 22h, para apresentar o show “#AC”, mesmo nome do seu mais recente álbum. O espetáculo tem a direção de Monique Gardenberg, que volta a trabalhar com a cantora, após tê-la dirigido no show “Dois Quartos”, em 2006, e nos DVDs “Estampado” (2004) e “Ana Car9lina + Um” (2009).
— Depois de três shows longe, voltamos a trabalhar juntas agora. E eu diria que nossa parceria renasce com todo frescor de quando começou — afirma Monique. — É muito prazeroso trabalhar com a Ana porque ela é sempre muito gentil, tranquila demais e sabe o que quer. Ela se sente bem com a minha direção discreta, sabe que eu sei que é a música que conduz tudo.
Foi da diretora a sugestão de incluir no roteiro do show, que traz 21 canções, as versões de Bruce Springsteen e Belchior.
— O ponto de partida é sempre a lista de composições que ela deseja cantar ao vivo. A partir daí, organizo o roteiro e sugiro canções que a façam sair da própria pele, criando momentos surpreendentes no show. Ana espera isso de mim. E foi assim que essas duas músicas foram incluídas no repertório — explica Monique.
É justamente durante “Coração selvagem” que acontece um dos pontos altos do show, quando imagens da cantora, projetados de vários ângulos, criam a sensação de um holograma.
— Na verdade, a primeira vez que utilizei esse efeito foi com telas translúcidas na peça “O desaparecimento do elefante”, em 2012. Nela, era projetado um aquário gigante, que funcionava como o vidro de um estúdio de gravação — explica a diretora. — Ano passado, quando dirigi os shows do BBCovers, utilizei as mesmas telas só que dessa vez, além de projetar imagens de santos, artistas, filmes e desenhos animados, introduzi também a captação ao vivo de Zeca Baleiro, Maria Gadu e toda a turma que homenageou os Beatles: Liminha, João Barone, Dado Villa Lobos, Toni Platão e Leoni. Nesse novo show da Ana, utilizo apenas a captação ao vivo, já que temos um telão em formato cinemascope no palco.
“#AC” traz também imagens de dois dançarinos argentinos (Ollantay Rojas e Lisandro Eberle) projetada durante o tango eletrônico ‘Mais forte”, em outra contribuição da diretora.
— Meu amigo e parceiro Charly Braun, ator do “Rio Ota” e talentoso diretor de cinema, utilizou a mesma dupla num clipe ainda inédito do Rufus Wainwright — conta Monique. — Quando Ana me apresentou esse tango pop, me lembrei na mesma hora dos dois bailarinos argentinos. A produção conseguiu trazê-los ao Brasil, uma nova coreografia foi desenhada e os filmei no palco do próprio Citibank Hall, dentro do nosso cenário.
Fonte: O Globo

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